segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Facebook é uma máquina de espionagem, diz fundador do WikiLeaks

Autor: Rafael Silva

Em se tratando de espionagem, os EUA estão bem servidos. Eles contam com o FBI, a CIA e diversas outras agências especializadas em angariar inteligência, qualquer que seja o suspeito. Mas para Julian Assange, o fundador do WikiLeaks, as agências estariam usando uma rota mais fácil de conseguir informações. Assange declarou em uma entrevista que a rede social de Mark Zuckerberg “é a máquina de espionagem mais temível já criada”.




A entrevista foi concedida ao site Russia Today e nela Assange diz que o Google, Yahoo e outras organizações que tenham redes sociais na web também criaram interfaces específicas para agências de inteligência. Isso acontece porque, segundo Assange, tais empresas “cedem à pressões políticas e legais” e que também “custaria demais enviar diversos dados para as agências, então eles automatizaram o sistema”. A entrevista completa pode ser vista nesse link.
Os adoradores de teorias da conspiração provavelmente já estão certos que o Facebook abriu sua base de dados de usuários para o governo americano, facilitado a coleta de dados. Mas pelo outro lado, talvez o Julian Assange tenha visto a reportagem sobre o Facebook no site The Onion e caído feito um patinho.
Com informações: The Next Web.

Fonte: Tecnoblog.net

Grupo hacker descobre trojan do governo alemão que espiona Skype, Firefox e outros

Autor: Rafael Silva 

Um grupo de hackers da Europa revelou essa semana a existência de um cavalo de tróia com fins bem maléficos. Denominados Chaos Computer Club, o grupo diz ter feito a engenharia reversa de um trojan (chamado de R2D2) capaz de gravar conversas no Skype, capturar dados digitados no Firefox e diversas outras atividades nefastas. E enquanto que a maioria dos vírus são criados por hackers atrás de dados de pessoas em comum, o trojan difere nesse ponto – segundo o CCC, ele foi criado pelo governo alemão.
Segundo o grupo, o trojan não só grava atividades do Skype e Firefox, mas também do Opera, MSN Messenger, Internet Explorer, Yahoo Messenger e até o Seamonkey. E ele vem com o kit espionagem virtual completo: além de gravar áudio do Skype e fazer keylogging dos navegadores e programas de chat, o R2D2 tem capacidades para tirar screenshots da tela, salvá-las em um arquivo .jpg e comunicar com um servidor remoto, não só para enviar as imagens como também para atualizar suas funcionalidades.
Screenshot do código do R2D2 | Crédito: Sophos
Após a divulgação da descoberta, as empresas de anti-vírus já atualizaram suas definições para detectar e remover essa nova ameaça, além de batizá-lo de Backdoor:W32/R2D2.A graças à string C3PO-r2d2-POE presente no código do trojan. A firma Sophos vai além: eles descobriram que em um arquivo vazado pelo WikiLeaks em 2008 contém um memorando confidencial entre uma agência federal alemã e empresa de software chamada DigiTask e que contém detalhes do funcionamento do R2D2.
O CCC afirma em seu site que as autoridades alemãs estão envolvidas na criação do R2D2, mas no Twitter, oficiais da BKA, que é a agência nacional alemã responsável por investigar crimes, negaram envolvimento com o vírus. Existem também 16 LKAs, que são agências estaduais de investigação, só que nenhuma delas negou envolvimento ainda.
Com informações: F-secure, Naked Security.
Fonte: Tecnoblog.net

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Hackers utilizam morte de Steve Jobs para enganar internautas

 Os piratas virtuais criaram uma página do Facebook com uma promoção de 50 iPads para direcionar usuários a uma armadilha

Joel Saget/AFP
Imagem de pirata sobre um teclado de computador
A página hackeada cresce a um ritmo de cinco seguidores por segundo e já conta com 80 mil possíveis vítimas

Madri -  Apenas algumas horas após o anúncio da morte do fundador da Apple, Steve Jobs, hackers já usavam essa notícia como gancho para atrair internautas para um site corrompido, informou nesta quinta-feira a empresa espanhola Panda Security.
Os piratas virtuais criaram uma página do Facebook com o nome de R.I.P. Steve Jobs, na qual afirmam que a Apple planeja presentear os internautas com 50 iPads.
A página cresce a um ritmo de cinco seguidores por segundo e já conta com 80 mil possíveis vítimas. O link encaminha os interessados no prêmio a uma página que afirma que para os internautas ganharem o prêmio da Apple devem se inscrever num serviço de SMS por um preço de 1,43 euros por mensagem.
O usuário não recebe o prêmio prometido, mas sim um grande número de mensagens publicitárias em seus celulares e ainda precisam pagar o preço estipulado pelos hackers.
Não é a primeira vez que os criminosos utilizam essa página, que já foi usada em ocasiões como o décimo aniversário do atentado às Torres Gêmeas e o lançamento do novo iphone.

Fonte: Exame.com

terça-feira, 4 de outubro de 2011

5 questões a considerar sobre segurança em SaaS

Com o crescente uso do modelo para dar conta de aplicações críticas, as atenções se voltam para a robustez e a blindagem no tráfego de dados na rede.
 Por JOHN BRODKIN, da NETWORKWORLD/EUA


Junto com o interesse pelo modelo SaaS (Software as a Service, ou Software como Serviço, em tradução livre do inglês), cresce também a preocupação referente à segurança. Se, antes, o custo da adoção dessa plataforma liderava a lista de questões, agora, com o crescente uso de SaaS para dar conta de aplicações críticas, as atenções se voltam para a robustez e a blindagem no tráfego de dados na rede, entre a nuvem e as estações de trabalho. São hoje os maiores motivos de desconforto entre os clientes.
A segurança é o item mais apontado como motivador da reticência das corporações na hora de migrar para esse modelo de cloud computing”, afirma a analista de pesquisas da Forrester Liz Herbert, em um recente artigo sobre a adoção do modelo SaaS.
Existe uma lista de itens a considerar antes de partir para esse modelo, eis cinco deles:
1. A gestão de identidade na nuvem precisa amadurecer
Chenxi Wang, da equipe de analistas da Forrester, avalia que faltam recursos sofisticados aos provedores de serviço na nuvem quando chega a hora de integrar sua plataforma e os serviços de verificação de identidades posicionados atrás dos firewalls da rede corporativa. Wang diz existirem aplicativos baseados em tecnologias proprietárias capazes de gerir as políticas de acesso à nuvem com base em um login único. Entre esses fornecedores a analista cita a Ping Identity e a Symplified.
Em geral, avalia Wang, “ainda existe muito espaço para esse segmento evoluir”. “A Google, por exemplo, usa um Secure Data Connector que estabelece conexão criptografada entre os dados do cliente e a plataforma de aplicativos da organização provedora. Do lado do cliente, os administradores podem escolher quais funcionários têm acesso aos recursos do Google Apps. Um sistema semelhante é usado pelo Salesforce.com”, diz a analista. Tal conjunto de soluções, contudo, pode ser de difícil aplicação por parte das empresas que utilizam diversos serviços SaaS, e teriam de configurar um jeito de blindar cada uma delas com base em ferramentas de segurança distintas. “A vantagem em usar as ferramentas de terceiros é a adaptabilidade a diversas plataformas”, explica Wang.
“Infelizmente, a evolução do SaaS se deu em ritmo mais acelerado que o necessário para formar um conjunto de padrões para a indústria”, informa a Cloud Security Alliance (CSA), organização sem fins lucrativos voltada para a disseminação de melhores práticas no segmento de cloud computing. Mais especificamente, a CSA se refere à limitação das opções disponíveis para soluções de suporte limitadas aos modelos de perfil de usuários e SPML (Service Provisioning Markup Language), ambos ainda muito restritos.
2. Padrões de nuvem pouco robustos
Um dos primeiros argumentos que qualquer vendedor de provedores de solução na nuvem vai apresentar é ter certificados de auditoria SAS 70. Desenvolvido com a finalidade de comprovar o controle dos provedores sobre os dados, o SAS 70 não foi desenvolvido com vistas à cloud computing. Mesmo assim, tornou-se padrão pela ausência de padrões específicos para a nuvem.
De acordo com analistas, o padrão ISO 27001, oriundo de especificações de segurança publicados pela ISO - International Organization for Standartization (organização internacional para padronização), sediada na Suíça, mostra características de superioridade em relação ao SAS70.
O padrão ISO 27001 foi adotado pela Microsoft em seus data centers, e a Amazon, provedora de serviços de cloud computing, está a caminho de adotá-lo também.
“Ele não é perfeito [o ISO 27001], mas é um passo na direção certa”, diz Neil MacDonald , analista do instituto de pesquisas Gartner. “É o melhor padrão que existe atualmente, o que não basta”, completa.
3. Mistério
Provedores de cloud computing afirmam ser capazes de operar de modo mais seguro que clientes comuns. Dizem, ainda, haver um engano generalizado com relação à segurança de SaaS. Por trás da desconfiança dos clientes está o mistério que envolve as estratégias de segurança adotadas pelos provedores.
Recentemente, analistas do Bourton Group do Gartner acusaram o CTO da Amazon, Werner Vogels, de não ser transparente suficiente com relação aos procedimentos de segurança internos da organização. Os analistas sugerem que clientes desconfiem ao máximo e contem com altos riscos, quando o provedor insiste em esconder os padrões e tecnologias envolvidos na segurança do serviço. “Se o provedor faltar com transparência, isso aumenta nossa desconfiança”, diz MacDonald. “Não contribui em nada para o aumento da nossa credibilidade em seus serviços.”
Na avaliação de MacDonald, a Microsoft fez um bom trabalho ao especificar publicamente seus padrões de segurança. Cabe aos clientes serem agressivos e insistir em serem informados acerca dos esquemas de segurança usados nos data centers e sobre a política de segregação de dados em sistemas usados por múltiplos clientes.
4. Acesso móvel é conveniente, mas perigoso
Um dos grandes pontos positivos do modelo SaaS está na versatilidade do acesso via internet. Onde houver conectividade à rede, os sistemas podem ser acessados. Mas, além de trazer comunidade e alta disponibilidade, essa característica traz à tona também vários riscos. A proliferação de laptops e de smartphones impõe aos administradores de TI uma série de desafios relacionados à segurança dos pontos de acesso.
“O SaaS é acessível a partir de qualquer lugar”, diz o vice-presidente sênior de serviços hospedados da Symantec, Rowan Trollope. “Eu posso usar o Gmail para gerir minha conta de e-mails, o que possibilita a um funcionário acessar a conta a partir de um PC não seguro em uma lan house qualquer. Essa é uma vantagem e uma desvantagem, ao mesmo tempo”, diz. A máquina usada para acessar os dados não é necessariamente um ponto de conexão seguro, e as informações também se encontram fora da clausura física e lógica da organização.
De acordo com Trollope, é mais seguro manter os dados armazenados em servidores locais do que na nuvem; sejam eles e-mails ou documentos.
MacDonald adverte que empresas clientes de SaaS devem implementar políticas de conectividade. Uma solução a ser explorada em conjunto por clientes e provedores é restringir o acesso a determinados endereços IP, fazendo os usuários passar por uma VPN para se conectar.
A forma de conexão também pode ser fortalecida usando aplicativos de gateway fornecidos pela Blue Coat ou pela Cisco. Esses aplicativos negociam os termos da conexão entre cliente e servidor.
5. Incerteza sobre localização dos dados
Regulamentações como a Federal Information Security Management Act (Fisma) exigem que clientes mantenham dados confidenciais em servidores localizados dentro dos Estados Unidos, por exemplo. Apesar de essa exigência ser relativamente fácil de cumprir, nem sempre os provedores de cloud computing estão dispostos a dar essa garantia. A Google conseguiu receber a certificação da Fisma, o que não é o padrão, no caso, para todas as empresas privadas nos EUA.
A questão não se limita a empresas norte-americanas. Se você estiver na Suíça, essa exigência não passa de uma lei. O provedor que não puder garantir que os dados estejam no país (na Suíça), está fora da lista de possíveis prestadores de serviço.
E, mesmo que os dados estejam no país, os clientes devem poder verificar a localização das informações para virem de encontro às requisições da regulamentação. Por esse motivo, a EMC afirma desenvolver uma tecnologia capaz de rastrear a localização geográfica de máquinas virtuais no ambiente da computação em nuvem. Essa tecnologia não deverá estar disponível no mercado antes do início de 2011, além de requerer integração entre EMC, VMware e de produtos da Intel. No Brasil, legislações semelhantes atingem sobretudo as instituições financeiras.

Fonte: Computer World

Confira quais talentos de TI serão mais procurados

Pesquisa da Computerworld mostra nove áreas que deverão liderar as contratações nos próximos 12 meses.
Por Cristina Deluca, para a Computerworld



Lenta mas consistentemente, muitas empresas dos EUA estão voltando a investir na contratação de profissionais de TI para reforçar o crescimento dos negócios no próximo ano. Essa tendência é refletida na pesquisa anual da COMPUTERWORLD. Quase 29% dos 353 executivos de TI entrevistados disseram que planejam aumentar sua equipe. Um crescimento de 23% em comparação ao estudo de 2010. Ou de 45%, se comparado às expectativas de contratação nos últimos dois anos.
E quais são os profissionais mais procurados? Os entrevistados disseram que essas nove habilidades estão em alta.
1. Programação e Desenvolvimento de Aplicativos
- 61% disseram ter planos de contratar nos próximos 12 meses, ante 44% na pesquisa de 2010.
Esse salto de um ano para o outro não chega a surpreender, segundo John Reed, diretor-executivo da empresa de recrutamento e seleção Robert Half. "Desenvolvimento web continua a ser muito forte", diz ele. Mas cresceu também a procura por desenvolvedores de tecnologias móveis que possam melhorar o acesso dos clientes à empresa via smartphones.
2. Gestão de projetos
- 44% têm plano de contratar nos próximos 12 meses, ante 43% na pesquisa de 2010.
Grandes projetos precisam de gerentes, mas eles também precisam de analistas de negócios que possam identificar as necessidades dos usuários e traduzi-las para os funcionários de TI. "A demanda tem sido mais para analistas de negócios do que para os gerentes de projetos", diz Reed. Em outras palavras, aqueles que podem ajudar a entregar os projetos em vez de meramente supervisioná-los e monitorá-los.
3. Help Desk/Suporte Técnico
- 35% pretendem contratar nos próximos 12 meses, ante 43% na pesquisa de 2010.
Enquanto a tecnologia for usada no local de trabalho, haverá a necessidade de funcionários de apoio, sejam eles internos ou remotos. E os sistemas operacionais móveis "estão acrescentado uma nova dimensão ao help desk e ao suporte técnico", diz David Foote, CEO da consultoria Foote Partners.
4. Networking
- 35% planejam contratar nos próximos 12 meses, ante 38% na pesquisa de 2010.
Segundo a Robert Half, a demanda por profissionais de TI com habilidades de rede continuará em alta nos próximos trimestres. Essa demanda tem sido alimentada, em parte, pela virtualização e projetos de computação em nuvem. Quanto a certificações, nesse segmento, especificamente, elas são importantes, mas "não estão dirigindo o mercado".
5. Business Intelligence
- 23% devem contratar nos próximos 12 meses, acima de 13% na pesquisa de 2010.
O pequeno aumento indica uma mudança do foco na redução de custos para o investimento em tecnologias que forneçam acesso a dados em tempo real, melhorando as tomadas de decisão de negócios. Tem apenas um problema: o custo do profissional qualificado. Em países como o Brasil ele é muito alto.
6. Data Center
- 18% vão contratar nos próximos 12 meses, ante 21% na pesquisa de 2010.
Como na área de redes, as operações de data center também estão sendo impactadas pela virtualização das organizações e as estratégias de nuvem. Em particular, aumentou a demanda por profissionais de TI com experiência em operações de data center e integração de sistemas. Além disso, as exigências de ter dados disponíveis para alcançar os níveis de garantia de serviços de TI enfatizam a necessidade de pessoas especilaistas em recuperação de desastres e continuidade de negócios. As empresas precisam garantir que os sistemas vão estar disponíveis quando os usuários precisarem deles.
7. Web 2.0
- 18% pretendem contratar nos próximos 12 meses, ante 17% na pesquisa de 2010.
Habilidades técnicas centradas em torno das mídias sociais permanecem com alta demanda, hoje, com indústrias procurando formas de integrar as tecnologias Web 2.0 em suas infraestrutura. Profissionais que dominem .Net, AJAX e PHP, bem como HTML, XML, CSS, Flash e Javascript, entre outros, estão entre os mais procurados.
8. Segurança
- 17% vão contratar nos próximos 12 meses, ante 32% na pesquisa de 2010.
A queda de um ano pode ser surpreendente, dado que as ameaças de segurança da informação foram crescentes este ano, mas a segurança é uma preocupação para muitas organizações, especialmente aqueles que estão considerando a computação em nuvem como parte de suas estratégias de TI, diz Reed.
9. Telecomunicações
- 9% têm planos de contratar nos próximos 12 meses, contra 17% na pesquisa de 2010.

Fonte: Computer World

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Vírus no Facebook usa a morte como chamariz



virus
Um novo aplicativo falso do Facebook está rolando pela rede. Ele é chamado de "If I Die" e é, no mínimo, mórbido, pois permite que você grave uma mensagem para que seus entes queridos vejam após sua morte. A "morte" realmente ocorre, mas é a do seu computador!

O app traz os seguintes dizeres: "A morte pode te pegar em qualquer lugar, em qualquer hora. Deixe sua mensagem 'If I Die', antes que seja tarde demais". Porém, é um aplicativo falso que, quando baixado, aniquila a segurança de seu computador e expõe seus dados.

Reprodução

O "If I Die" é mais um vírus que rola nas redes sociais. Porém, ele é perigoso! Segundo pesquisadores da empresa de anti-vírus Bitdefender, o app contém um keylogger, que rouba as senhas de bancos, e-mails e outras informações sensíveis que ficam gravadas em seu sistema.

Além disso, ele também possuí um "back door", que pode receber e executar comandos remotos, como tirar fotos usando a sua própria webcam. Segundo os pesquisadores, baixar o aplicativo é "assinar o atestado de óbito da segurança de seu computador".

Aqui, o que vale é o bom senso, como sempre. Nunca clique em links suspeitos, mesmo que eles sejam transmitidos por seus amigos: muitos vírus fazem com que a mensagem seja espalhada por colegas para aumentar o número de vítimas. Use sempre um bom software de anti-vírus atualizado e fuja de aplicativos desconhecidos.

Fonte: Olhar Digital

Não é brincadeira: Google inova e lança a sua própria cerveja!

Durante a produção, foram escolhidos ingredientes do mundo todo. A empresa não terá lucros com a venda


Reprodução
Google URKontinent
O Google acaba de lançar sua cerveja. Isso mesmo que você leu! A empresa fez uma parceria com a cervejaria americana Dogfish Head e produziu a chamada URKontinent, que reúne ingredientes do mundo todo, escolhidos através de sugestões feitas pelos próprios funcionários do Google.

A bebida tem o estilo das cervejas belgas, mas é duas vezes mais forte que suas "irmãs". Em sua composição, estão ingredientes vindos de várias partes do mundo: uma espécie de chá verde da África, por exemplo, dá um aroma diferente, e um mel específico da Califórnia acrescenta uma doçura sutil.

De acordo com o site CNet, um porta-voz da empresa disse que o Google não pretende lucrar com a venda da bebida e que ela foi desenvolvida por "um grupo de empregados da própria empresa que é aficionado por cerveja artesanal". O executivo também comenta que o Google não tem planos para entrar no ramo cervejeiro.

O grupo de desenvolvedores experimentou a bebida durante um hangout no Google+. Pela reação, a cerveja ficou realmente saborosa. Segundo o Huffington Post, o American Beer Festival, em Denver, nos EUA, terá a URKontinent à disposição do público para ser degustada.




Fonte: Olhar Digital