quinta-feira, 3 de maio de 2012

Cracker Brasileiro registra 80 domínios falsos de Bancos


Um criminoso brasileiro registrou 80 domínios maliciosos usando o nome de 6 grandes bancos nacionais.
Neste tipo de golpe, conhecido como “typosquatting”, o criminoso compra e registra um domínio de internet utilizando um nome parecido com o original, mas com algum erro de digitação, como, por exemplo, “bancidobrasil.com.br”.
O criminoso registrou 80 domínios, porém somente 15 deles, usando o nome de 3 bancos, foram encontrados ativos.
Segundo a Kaspersky, as páginas falsas ficaram no ar por somente 24 horas antes da empresa solicitar ao órgão Registro.br para remover os sites. No entanto, não há confirmação se o criminoso conseguiu finalizar algum golpe.
Apesar da engenhosidade do golpe, os domínios falsos não exibiam páginas com conexão segura (HTTPS) e nem o cadeado de segurança, comum em páginas de autenticação. Além disso, várias telas possuíam erros de ortografia.
Para evitar cair nesse tipo de golpe a empresa aconselha sempre verificar se o acesso é seguro (HTTPS) e se a barra de endereço exibe o cadeado de segurança; evitar salvar a página do banco nos favoritos, pois existem golpes que modificam essa marcação e redirecionam o usuário a um site falso; confira o nome do banco digitado e se atente se o mesmo utiliza o domínio “b.br”, que foi adotado pelos bancos no começo deste ano; não clicar em mensagens enviadas por e-mail; não utilizar o Google para pesquisar um site de banco; e mantenha sempre um software de segurança atualizado e ativo.

Fonte: Info Abril
Por: Monica Campi

Vírus pode deixar 350 mil PC's sem internet em Julho


O FBI anunciou que irá desativar uma grande rede de servidores temporários que poderão afetar a conexão de mais de 350 mil usuários em todo o mundo.
A rede foi descoberta pelo FBI como parte de uma grande trama de servidores focados em pirataria de conteúdos e que terá todos os seus arquivos apagados a partir de 9 de julho.
Os usuários podem checar se seus computadores se incluem nessa listagem por meio de um site criado pela própria polícia federal americana.
A interrupção está ligada à operação “Ghost Click”, que em novembro prendeu seis cidadãos estonianos acusados de fraudes online e responsáveis por infectar milhares de computadores em todo o mundo por meio de um código malicioso chamado “DNS Changer”.
Esse código facilitava a entrada de vírus no sistema do usuário. Segundo o FBI, os crackers utilizaram este meio para manipular e fraudar publicidade na rede, obtendo assim mais de US$ 14 milhões em receitas ilegais.
De acordo com o FBI, mais de 350 mil computadores continuam infectados, sendo 85 mil somente nos Estados Unidos, onde o vírus atingiu até máquinas da NASA.
O FBI ativou um servidor temporário para evitar uma interrupção abrupta entre os computadores infectados. Desta forma, é aconselhável verificar se sua máquina se encontra nessa listagem. Caso positivo, o usuário deve iniciar uma varredura na máquina com a ajuda de um software de segurança e limpar os arquivos antes do dia 9 de julho, quando os servidores serão completamente apagados.

Fonte: Info Abril
Por: Monica Campi

Facebook faz acordos e oferece AntiVírus Gratuitamente

Novo serviço do Facebook oferece antivírus gratuitamente para os usuários
O Facebook anunciou um novo serviço que passa a oferecer gratuitamente software antivírus por meio de um acordo com as principais empresas de segurança.
O serviço “Antivírus MarketPlace” tem como objetivo melhorar a proteção dos usuários da rede social e oferece o download gratuito dos software da Microsoft, McAfee, TrendMicro, Sophos e Symantec.
O acordo firmado entre as empresas permite o download dos programas antivírus para os usuários do Facebook e permite o uso gratuito do software por um período de seis meses.
Com isto o Facebook irá reforçar a proteção contra links maliciosos na rede social. Segundo a empresa, menos de 4% dos conteúdos compartilhados é spam.

Fonte: Info Abril
Por: Monica Campi

terça-feira, 6 de março de 2012

Saiba como proteger seu Facebook de scams



São Paulo – A disseminação de vírus pela internet vem ganhando força com o crescimento da popularidade de redes sociais como o Facebook.
Recentemente, o Facebook ultrapassou o Orkut no Brasil e se tornou a principal rede social no país. Porém, muitos dos hábitos do serviço do Google acompanharam essa mudança e se tornaram o alvo preferido dos criminosos virtuais.
“O que vemos hoje no Facebook são scams brasileiros, criados por aqui. Antes eram programas estrangeiros e mal traduzidos, mas com a popularidade no Brasil era de se esperar o crescimento desses ataques no país”, afirma Fábio Assolini, analista de malware da Kasperky Lab no Brasil.
Segundo o analista, as técnicas brasileiras utilizadas no Facebook são as mesmas encontradas há anos no Okrut. Aplicativos que prometem “mudar a cor do perfil”, “ver quem visitou sua página” ou “modificar sua timeline”, estão entre os golpes mais comuns na rede social. Ofertas ou promoções de produtos também são comuns, como ocorreu recentemente com o iPad 3.

Os golpes pelo Facebook normalmente partem de contatos conhecidos e usam a confiança da vítima para explorar os ataques. Isso ocorre pois a maioria dos golpes se espalha por meio de publicações no perfil do usuário, o que acaba confundindo os internautas que acreditam estar vendo um conteúdo legítimo.
De acordo com o analista, a senha do perfil é o primeiro item a ser roubado. Em posse dessa informação o criminoso consegue obter contato direto com os amigos da vítima e cria um banco de dados com e-mails que será vendido para spammers. Em situações mais extremas, o usuário pode ter também seu e-mail pessoal invadido, pois o login no Facebook é feito com este endereço e normalmente os usuários utilizam a mesma senha para os dois serviços.
O Facebook afirma que menos de 4% do conteúdo compartilhado no site é spam, o que afeta cerca de 0,5% dos usuários. Como a rede social possui mais de 800 milhões de perfis, isso significa algo próximo a 4 milhões de pessoas vulneráveis a ataques.
Segundo a rede social, todos os dias, 200 milhões de ações maliciosas, como mensagens com links que direcionam usuários a golpes virtuais, são bloqueadas pelo Facebook.

Se livre do vírus
Mesmo com todos os alertas de segurança, muitas pessoas ainda se descuidam e acabam sendo vítimas de golpes no Facebook.
“Esta é uma prova cabal da chamada orkutização do Facebook, com os mesmos golpes migrando para a rede social. Isso ainda surpreende, pois são modos de operação iguais ao que ocorriam em 2004 no Orkut”, aponta Assolini.
Segundo o analista, quem cai em um golpe no Facebook deve estar atento a duas formas de scam: um que instala um aplicativo malicioso no perfil e outro que instala um plugin malicioso no navegador. Em ambas as ocasiões o usuário terá de remover o código manualmente.
Geralmente os navegadores Chrome e Firefox são os mais visados por terem mais facilidade para instalar plugins, algo que não seria funcional de realizar no Internet Explorer.
O analista sugere que usuários desses navegadores acessem as configurações do browser e removam o último plugin (ou complemento) instalado pelo usuário (caso tenha ocorrido nessa ordem). Já no Facebook, o usuário deve acessar a lista de aplicativos e remover o programa malicioso de lá. Além disso, é recomendável trocar a senha e limpar o cache do navegador.

Evitando golpes
Usar senhas fortes, com muitos dígitos e sem muita lógica (como data de aniversário) são os primeiros passos para manter a segurança em seu perfil. Segundo o analista, o usuário deve trocar as senhas regularmente e usar dígitos de forma exclusiva (diferente de outros serviços).
Também é importante utilizar programas antivírus atualizados, pois muitos deles identificam e bloqueiam plugins maliciosos.
Habilite a conexão segura pelo Facebook (configurações de conta > segurança > navegação segura). Ao ativar a função o usuário força uma navegação em HTTPS e desta forma é possível evitar golpes, que não são funcionais quando esse recurso está ativo.
É recomendável desconfiar sempre de mensagens, mesmo vinda de amigos, oferecendo recursos que a rede social ainda não oferece oficialmente. O Facebook não possui aplicativos para mudar a cor do perfil e nem que apontam quem visitou sua página recentemente. Sempre desconfie, pois haverá algo atrativo para chamar a atenção.
“Cuidado também com quem aceita como amigo. Se você esquecer sua senha, o Facebook oferece um recurso para recuperar a conta desde que 5 amigos seus confirmem q você é você. Criminosos criam grupos de perfis maliciosos e adicionam a mesma pessoa e roubam a conta. Um tenta acessar e os outros 4 confirmam que aquele acesso é legítimo. Por isso, só aceite quem você realmente conhece”, afirma Assolini.

Por:  Monica Campi
Fonte: Info Abril.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Os desafios no combate às novas tecnologias de malware

Entenda, nesse artigo, um pouco sobre as diversas formas de ataque a empresas e PCs em geral

Reprodução
Segurança online
Colaborador



Até bem pouco tempo atrás, o combate ao software malicioso (malware) se limitava ao controle de vírus, worms, além de alguns tipos de spywares que buscavam entender o comportamento de navegação dos usuários na internet. O principal desafio, até então, era entender a diferença entre vírus e worm, lembrando que o vírus normalmente está associado a uma ação do usuário e depende de um vetor externo de propagação (dentro de um arquivo executável, um arquivo DOC, etc). Já o worm possui a característica de se propagar sozinho pela rede, normalmente através da exploração de uma vulnerabilidade, seja no servidor ou em um equipamento de usuário.

Para que seja possível o bloqueio deste tipo de artefato malicioso é necessária existência de uma assinatura (em antivírus ou regras para os IPS de nova geração) que permita a identificação e bloqueio, de tal forma a impedir a contaminação de um servidor. Aliás, esta é uma das grandes mudanças de paradigma que enfrentamos hoje em dia, onde o servidor não é mais o alvo favorito destes tipos de praga virtual. O que acontece com frequência cada vez maior é a exploração da máquina do usuário, o que chamamos de"client side attacks". Nesse tipo de ataque, o importante é explorar vulnerabilidades existentes no browser do usuário (Internet Explorer, Firefox, etc) ou em aplicações que são instaladas nestes equipamentos (especialmente Flash Player, Adobe Acrobat Reader).

As empresas normalmente se preocupam muito com a aplicação de patches de segurança nos servidores, além da utilização de ferramentas de proteção do perímetro, como Firewall, IPS, Filtro de Conteúdo etc, porém muito pouco é feito para manter atualizados os equipamentos dos usuários. A utilização das ferramentas de segurança aliada a uma correta política de segurança, monitoração constante do ambiente, treinamento da equipe quanto às técnicas de ataque e defesa (sim, isso é fundamental), certamente ajuda muito no combate às diversas pragas virtuais.

É muito importante nunca esquecer os equipamentos que permitem mobilidade (laptops, celulares, tablets) e que, ao mesmo tempo, ampliam o conceito que temos sobre perímetro externo. Uma vez que esses dispositivos móveis estejam fora da rede corporativa, todas as defesas existentes na rede da empresa desaparecem e eles passam a vivenciar um risco bem maior. Exemplos não faltam: equipamentos utilizando redes wi-fi em locais como aeroportos, redes de hotéis, sem contar quando deixamos o filho instalar algum jogo ou baixar algo em redes de Torrent.

Como se já não bastasse a salada de siglas que somos obrigados a memorizar (vírus, worm, spyware, trojan, phishing, etc), agora, ainda temos o "tal" de APT (Advanced Persistent Threat). Um nome novo para técnicas antigas.

A grande diferença do APT em relação ao que já existia é que: ao invés de um email genérico sobre viagra - ou sobre aquele príncipe africano - que precisa da SUA ajuda para retirar a fortuna dele do país, no caso de um APT, temos a utilização de um Spear Phishing. Spear Phishing é um ataque direcionado para o funcionário/usuário que trabalha na empresa-alvo. Uma vez que esse funcionário execute o arquivo ou de alguma maneira contamine a máquina, esse equipamento e a rede da empresa passam a ser controlados remotamente.

Definitivamente, não é difícil elaborar um ataque direcionado. Basta uma procura no Google por @suaempresa.com.br para verificar a quantidade de e-mails que são enviados para grupos de discussão,etc. Alguns anos atrás, em um teste de invasão realizado em um determinado cliente, foi possível identificar um usuário da rede que participava de um grupo de discussão sobre Cristianismo. Não preciso nem dizer qual foi a efetividade de enviar para este usuário um link para fazer download de uma novíssima versão eletrônica da bíblia (devidamente preparado para controle remoto do equipamento da vítima, é claro). Ou seja, basta utilizarmos algum assunto que atraia o interesse deste usuário (funcionário). As chances são quase de 100% de que ele clique ou execute algo.

Para resumir, não existe uma fórmula mágica que permita evitar todos os ataques mencionados, mas certamente podemos elencar algumas recomendações básicas:

1. Monitore, monitore e monitore. Se possível, também monitore. Uma equipe bem treinada e que tenha o ferramental certo de coleta e correlação de logs, certamente poderá identificar anomalias de tráfego na rede, e que podem representar a existência de um APT;
2. Tenha as ferramentas certas: SIEM, IPS, Firewall, Filtro de Conteúdo e AntiSPAM, Antivírus (sim, são úteis e importantes também), AntiMalware (especialmente aquelas que entendem comportamento anômalo);
3. Tenha uma política rígida de gestão de vulnerabilidades. É fundamental manter o ambiente atualizado. Sim, sabemos que existem ataques que exploram as vulnerabilidades 0-day, mas é possível assegurar que representam um universo bem pequeno dos ataques. Ainda existem máquinas que são contaminadas na Internet por culpa do usuário ou da empresa que não aplicaram um simples patch;
4. Equipe treinada é equipe motivada. O assunto Segurança da Informação é bastante abrangente e estimulante. O outro lado é altamente motivado e troca informações o tempo todo. Se sua empresa não pode contar com uma equipe preparada para tal, contrate uma empresa que possa e mantenha um SLA rígido;
5. Nunca negligencie o Endpoint. Antivírus é importante mas não pode ser a única camada de defesa em um desktop/laptop/tablet. Cada vez mais os ataques se utilizam de técnicas que mascaram sua presença e ferramentas que são baseadas somente em assinaturas não podem identificá-las.


Paulo Braga (Engenheiro de segurança da Sourcefire e possui mais de 20 anos de experiência em tecnologia da informação, sendo 12 anos dedicados ao tema Segurança da Informação.)
Fonte:  Olhar Digital

Antivírus da Microsoft identifica Google.com como site malicioso

Os programas Forefront e Security Essentials, da Microsoft, classificaram erroneamente o buscador como um site infectado


Reprodução
Google.com com malwares
Nesta terça-feira (14/05), uma grande confusão aconteceu, envolvendo duas das maiores empresas do mercado. Dois programas da Microsoft, o Forefront e o Security Essentials, classificaram erroneamente o Google.com como sendo um site infectado por malwares.

Diversos usuários dos Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia e Dinamarca foram prejudicados. Segundo o ZDNet, várias pessoas fizeram reclamações em fóruns da Microsoft. A queixa era de que os programas estavam bloqueando o acesso ao site do buscador.

A dor de cabeça foi interrompida rapidamente. Segundo a empresa de segurança Sans Institute, a Microsoft consertou o erro no mesmo dia, 4 horas após as primeiras reclamações: "A Microsoft afirmou que o problema era um falso positivo e será corrigido no update 1.119.1986.0 do antivírus".

Fonte: Olhar Digital

Dicas de como evitar riscos no uso do internet banking

No ano passado, empresa de segurança identificou mais de 16 ataques virtuais voltados especificamente para usuários brasileiros de serviços bancários online


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Internet
Nas últimas semanas foram noticiados diversos ataques virtuais realizados pelo grupo de ciberativistas Anonymous, voltados especificamente a bancos brasileiros. Apesar de os ataques não terem sido direcionados aos usuários, o problema reacendeu a preocupação das pessoas em relação aos riscos a que estão expostas quando realizam transações no internet banking.

De acordo com pesquisadores da ESET, empresa de segurança online, a preocupação quanto à insegurança do internet banking não é infundada. Só no último ano, o laboratório da ESET na América Latina identificou mais de 16 ataques específicos a usuários de serviços bancários online no Brasil, boa parte deles voltados a roubar senhas e informações pessoais dos clientes.

"Assim como qualquer outra transação financeira, o uso do internet banking requer cuidados por parte dos usuários. Mas se as pessoas tomarem as medidas necessárias, dificilmente, elas serão vítimas de cibercriminosos", destaca o country manager da ESET Brasil, Camilo Di Jorge. Confira abaixo algumas dicas de como os usuários de internet banking podem evitar o ataque de cibercriminosos:

- Mantenha atualizado o antivírus do computador ou dispositivo móvel utilizado para acessar o internet banking.

- Realize todas as atualizações do sistema operacional e do navegador de internet instalado na máquina usada para acessar o internet banking.

- Caso seu banco forneça um aplicativo de segurança no internet banking, instale-o sempre na máquina utilizada para acessá-lo.

- Só acesse páginas confiáveis. Antes de realizar qualquer transação na internet, verifique se o site possui mecanismos de criptografia, por meio do uso do protocolo HTTPS (localizado no início da URL).

- Não clique em links de e-mails que supostamente sejam enviados pela instituição bancária, pois as mensagens podem ser falsas e conter phishing (forma de fraude eletrônica).

- Utilize senhas consideradas fortes.

Fonte: Olhar Digital